Arquivo do mês: julho 2010

eu pulo, eu pulo, eu pulo como o Rei David!

Beibes, tô ungidíssima! Bonde das gatinhas é joia. O resto é BIJOTERIAAA!!!
beijosvouproquêniaejávolto

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intimidade de Chimbinha

Bege. Ouvi a voz do Little Chimba pela primeira vez na vida e ele tem a mesma voz de um porteiro que trabalhou lá no prédio em Sampa… Mas eu queria saber se a mesma mexa que ele tem na cabeça… Enfim.

Ah, estava no show de Sampa que foi pro DVD. Eu, Celso Dossi, Ludo Diniz, Dri Spaca e todo o bonde das gateenhas. Minhaaau! (ah, me deixa… se Eike Batista anda fazendo poesia no Twitter, posso fazer a gatinha dos piano clássico teclados)

http://www.youtube.com/v/ZZD8TZ6DhlA&hl=pt_BR&fs=1

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Air Blue: a companhia aérea mais simpática do mundo

Estou muito triste. Um avião da Air Blue colidiu em Margalla Hills. Cerca de 152 pessoas perderam suas vidas e, fico bege, porque uma delas poderia ter sido eu. É que não viajo mais com freqüência ao Paquistão. Mas era associada ao programa de milhagens dessa empresa.

Assim que soube da notícia liguei imediatamente para meus amigos pilotos da Pakistan International Airlines. Cada um deles conhecia algum tripulante ou passageiro no vôo. Estou em choque, ainda.
Uma das melhores memórias que guardo da Air Blue se passou em 2007, quando ainda não vivia em Dubai. Estava transitando em Dubai a caminho de Peshawar, no Paquistão. Cheguei nos Emirados Árabes com a KLM e seguiria viagem com essa empresa – já que era a única que emitia bilhetes online.
Fiz o check-in no terminal 2 do aeroporto de Dubai, praticamente um outro universo operado por linhas aéreas do Afeganistão, Paquistão, Irã e Iraque. Em dois anos e meio em Dubai nunca vi nenhuma mulher usando burqa no país. Mas elas estavam ali no embarque da Ariana, a decrépita empresa afegã. Só não vi cabras porque animais são proibidos no terminal.
O vôo sairia de Dubai de madrugada. Meu jet lag implorava por um café. Sentei-me em uma mesinha no Costa para deixar minha mochila e notei um grupo de comissárias que me olhavam, riam e cochichavam. Acho que além das funcionárias da ONU, das mulheres do exército americano e de meia dúzia de viajantes ocidentais malucas (seria eu uma delas?), mulher branca não era uma visão comum por ali.
Puxei papo (na verdade queria perguntar se estava cagada porque odeio ser observada, mas quem conhece o Paquistão direitinho sabe que nem sempre o povo te encara por maldade, ao contrário) e elas me convidaram a dividir a mesa com elas. Perguntaram-me de onde eu era, o que estava fazendo em Dubai, o que faria no Paquistão. Rebati com novas perguntas sobre como era ser comissária de bordo (eu ainda não era uma), qual o destino favorito delas, o que elas mais gostavam em nos Emirados.
Além de dicas preciosas sobre a cidade, ganhei um copo de capuccino que uma delas me comprou. Quando elas se levantaram para ir até a aeronave, cochicharam com o funcionário de terra e apontaram pra mim. Ganhei um upgrade! E nem cobraram meu excesso de bagagem – viajava com um case duro de um violão elétrico Takamine que o ex comprou em São Paulo e não teve como carregar.
Dentro do avião a sabatina continuou e ganhei um convite para jantar e conhecer a família de uma das meninas. Como uma recusa seria ofensa, prometi que iria e fui (e comi muuuuito e fui muito bem recebida). Ao chegarmos em Peshawar uma delas se voluntariou a caminhar comigo até as mãos do Saj. Passei pela imigração ao lado dela – que empurrava todos os homens para o lado para que eu passasse e não fosse assediada, busquei minha bagagem sem passar no raio-x (imagino as perguntas do customs vendo um case de guitarra recheado com sapatos) e fui entregue.
Minhas outras experiências com a Air Blue não foram piores. Uma vez embarquei com uma indigestão terrível após me entupir de mangas sob uma mangueira carregada no quintal da família. Como o vôo estava quase vazio, pedi autorização para a comissária para mudar de assento. Disse que estava me sentindo mal e ela mudou alguns passageiros de lugar para que eu me deitasse em uma fileira de três. Perguntou o que eu queria comer. Disse que não estava em condições de comer nada porque havia me esbaldado em mangas. Ela me olhou e suspirou “ohhh januuu!!!” (oh, querida!). E voltava de dez em dez minutos para saber se eu estava bem.
Também tive boas experiências com a PIA, mas a Air Blue sempre me soou mais simpática. A cortesia da tripulação eu nunca vi igual em nenhuma outra companhia aérea. Porque sentir-se especial, pra mim, não é comissário que vem me dizer olá porque leu na lista de passageiros que sou uma frequent flyer com uma caralhada de milhas. Odeio voar em empresas aéreas de grande prestígio onde o passageiro parece incomodar os tripulantes porque quer um café. Recentemente voei pela Etihad e senti medo de ir até a galley pedir um copo de água.
O que tenho a dizer é que sinto muito pela perda da Air Blue. Minhas sinceras condolências as famílias de passageiros e tripulantes do vôo ED 202. Esse foi o pior acidente aéreo da história da aviação civil paquistanesa. Se tiver que viajar ao Paquistão novamente, não terei medo de escolher essa companhia aérea.

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Crazy Hong Kong

E amanhã embarco para meu destino favorito: Hong Kong. Não consigo pensar em lugar que goste mais do que essa ilhota palco de filmes de Kung Fu cheia de lojinhas da SASA (uma rede que vende cosméticos que é uma delicinha, tipo Sephora meets Hello Kitty).

Vou levar uma muda de roupa e nada más: espaço na mala para comprar bota de inverno no St. Peters em Kowloon e muitas bugigangas. M’entupir de Dim Sum no café da manhã e curtir a cidade com a chinesada frenética.
Ásia: é xexelenta mas eu ADORO!

http://www.youtube.com/v/lyzKgbo4as8&hl=pt_BR&fs=1

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gordinho do mal

Huahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahua, mellldelllsss, Celso Dossi fez o meu dia mais uma vez! Huahuahuahuahuahuahuahua!!!!!!

Mãe, se eu chegar em São Paulo e não tiver coxinha com catupiry, mas aquelas horrendas coxinhas coquetel daquela padoca da Zona Leste eu… Eu vou comer vegetais folhosos porque não sou mais gorda e não penso mais assim.

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Tem coisa mais chata do que esse programa de feira de antiguidades que passa na BBC? Como inglês curte cacareco, não? Existe uma diferença bem grande entre antiguidade e velharias. Tô bege com a quantidade de porcariada que esse povo troca por três dígitos de libras.

Be-ge.

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é um pônei bebê com capinha de chuva, óóó

Preciso disso. Onhóóóóim!!!

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