Arquivo do mês: abril 2011

surpreendente como as pessoas podem ser

Ontem, no taxi, em companhia da queridíssima gori Julie, e nos dirigíamos (aliás, éramos dirigidas) a Feiolândia (vulgo Lamcy Plaza) para almoçar e sijogarmos na Daiso. Dar direções ao taxista paquistanês de inglês fruncho é missão de Apocalypse Now: you never want another one. Bastava que dirigisse até o final da rua para fazer o retorno. Era tudo o que queríamos. E lógico que ele fez o oposto.

Eu já colocava as mãos na cabeça como em sinal característico e tão caricato de “putaqueopareeeo” e a Ju, loiríssima e gauchíssima e de olhos verdes me solta um “bas, bas” (chega, chega em urdu) e resolve a situação com a fluência de uma paquistanesa punjabi.

Assim, estou bege. Eu com essa cara de pathan não mando nem um pashto quebrado marromeno e a Ju foi Chun Li. Waaao. Tipo, waaao.

Sem falar que ela sabe fazer massa de pastel. Opa, ninja!

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defina bizarro

http://www.youtube.com/user/cookingwithdog

cozinhe com cachorro. não é o que você pensa. cara, amo o Japão. quando penso em bizarrice esses caras se mostram PRO!

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Gostosinha, né?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bonitinha, né? Vejam abaixo a vozinha da menina. Arch Enemy é o mais novo integrante da minha coleção de CDs. Vejam que feminina:

Wraaaaaaaar!

Prefiro caminhoneira assim. Melhor do que aquela cafonice eterna do Within Temptation (Sharon den Adel). Acho a voz dela muito uó pra metal, a coisa fica meio lojinha de incenso e cristalzinho. E gosto muito da Otep – devo sentir vergonhinha? 🙂

Adorei ❤ a cara do vendedor da Virgin quando me viu comprando o CD do Arch Enemy e a imagem não ornou: esse CD é pra você?

Pois é, gente, hoje as metaleiras são bem mais bonitinhas. 🙂

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