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vocês viram minha amiga na Hebe?

Pra quem perdeu a minha amiga Jules, a lindíssima e loiríssima e gauchérrima GoriJi, no programa da Hebe do último dia 22 (levanto a mão porque estava saindo pra Toronto), deixo aqui os links para os vídeos – não consigo colocar aqui nesse sistema chorumento do wordpress!

http://www.redetv.com.br/hebe/video/178154/hebe-conversa-com-muculmanas-no-quadro-choque-cultural-1.html

http://www.redetv.com.br/hebe/video/178172/hebe-conversa-com-muculmanas-no-quadro-choque-cultural-2.html

Ahasou, beesha! Conheci a Zeba e a mammy (paquistanesa) no vôo de volta pra Dubai. Vocês não imaginam que fofas! 🙂 Já a Hebe, well… Santa ignorância! “Vocês não tem talheres?” – VTnC, né? Perdeu uma linda chance de calar a boca.

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bom dia, estrelinhas do meu janeiro

[antes de tudo, perdoem-me a falta de acentos… estou usando o computador da flatmate porque esqueci o charger do meu Mac em Pequim. Como um charger novo custa um figado e tres metros quadrados de pele de libanesa cutis de pessego… To usando um PC e fazendo a gatinha hype que esqueceu como era ser pobre, hehehe]

BOM DIA, ESTRELINHAS! Nao precisam cortar os pulsos ou entrar em abstinencia: voltei! Realmente o comeco desse 2011 foi uma loucura, afinal, tive que me mudar para um novo apartamento e renovar o visto e todos os procedimentos e burocracias que envolvem esses processos. Agilizei mil coisinhas que empurrei com a barriga ao longo desses meses, mamae esteve aqui na ponte aerea Sampa-Dubai, jantei com amigos em Paris, fui pra esbornia com colegas em Pequim, fui para a esbornia II com um colega que virou amigo em Seul, enfim, aproveitei bem esse penultimo janeiro na Terra ja que dezembro de 2012 esta chegando e vamos morrer todos. 🙂

Agora ja tenho internet em casa. Mas estou sem laptop ja que meu Mac, o Marcolino, deu seu ultimo suspiro ontem de noite com uma ultima barrinha de energia. :/ Porque quando felicidade sorri pra pobre, sorri sem dentes. A outra novidade e que tenho Globo International. Mas olha… Fiquei bem decepcionada. Passar Telecurso e Pequenas Empresas de tarde e de foder. Minha flatmate esta craque na cotacao da soja de tanto que ja viu Globo Rural.

Agora vou terminar meu momento de preguicinha assistindo o Jo e comendo o resto da macarronada de ontem – que esta de comer ajoelhada, fiz um arrabiata com linguica toscana assim bem haram.

Falando em haram me despeco com uma bela cancao que ouvi ontem durante o jantar com amigos la no mOre do Dubai Mall. Nao sei se esta em swahili, em zulu, em ingles ou esperanto. So sei que vou comprar um Xbox Kinect e dancar pencas de zumba com a Amanda. 🙂

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Mortal Kombat Arabe

Obrigada a Jules, a gori que toma chimarrao! Morrendo de rir com essa vinheta da MTV meio Street Fighter meio Moratl Kombat (sim, fui nerd o suficiente para sacar isso). 🙂 Cago de rir quando o arabinho da esquerda desce o cacete no outro usando o eggal (aquela coisinha preta que segura o lencinho da cabeca).

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cupcakes emiratis

Da Kitsch Concept. Mas so depois do ano novo porque quero emagreceeeaaaaaaargghhhhhh.

Deusas? Hmmmm???

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it’s a wonderful, wonderful life

Saudades do nosso colega Sodwee, um francês ótimo que fazia vídeos incríveis enquanto estava aqui em Dubai. Estava eu fuçando sua coleção de vídeos quando encontrei sua versão de “Wonderful Life”. Explico: antes de pousar em Do-bye a empresa passava um clip com imagens maravilhoooosas da cidade com essa música do Black ao fundo. Recentemente a música foi trocada por uma bem bacaca do Bryan Addams – toda a polêmica com o “It’s a Wonderful Life” do Frank Capra e todo um yadda yadda yadda sobre suicídio.

Esse era o comercial na TV e o video a bordo era praticamente uma versão mais longa.

http://www.youtube.com/v/l1UZEgg6_mE?fs=1&hl=pt_BR

E essa era a versão do Sodwee. A Dubai de verdadinha que víamos todos os dias.

http://player.vimeo.com/video/10832251

Quase engasguei aqui com o Nesfit. Hilário e verdadeiro. Minha parte favorita, além do lixo e dos indianos e das plantas esturricadas, é o Burj Khalifa aos 01:23 min… ao lado dos treme-treme da Sheikh Zayed.

Dubai não é só chiqueza, benhê.

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eu e o Chuck Norris, parte II

Bem, o post continua porque eu não contei a minha briga no IKEA. É, porque quando a última gota faz o copo transbordar eu tiro o Chuck Norris de dentro de mim.

Estava lá eu toda linda esperando minha vez para ser ajudada pelo funcionário do IKEA para pegar duas pequenas estantes de livros quando um indiano de meia idade (ou outro país do subcontinente, não me chamem de preconceituosa… um tiozinho com aquele fenótipo, bigodinho, camisa de manga curta com uma caneta no bolso enfiada na calça e uma papete, com certeza, não era um norueguês) enfia o carrinho na MINHA FRENTE (esse povo adora furar fila) e rouba o meu funcionário.
Mais uma vez fiquei khaki com a bestialidade dessa gente. Inspirei, expirei, contei até 30 e pensei em filhotinhos de poodle. Mas, porra, não consegui. Fui atrás dele e bati no ombro dele “excuse me????”.
Ele balançou a cabecinha. Típico.
“You just cut the line. I was waiting here for 10 minutes!”
Ele balançou a cabecinha. Disse pro funcionário que estava esperando já um tempão para que ele me ajudasse a buscar as estantes. O funcionário em toda a sua passividade filipina não fez nada, só deu uma risadinha típica significando “não posso fazer nada, que merda”.
Meo… Pelos poderes de Grayskull… EU VOU VIRAR A BIIIIIICHAAAAAA!!!!!
Bem, o inglês que estava atrás de mim também não curtiu a ousadia do golimar. Pois fomos nós dois (uma arruaceira brasileira e um hooligan) resolver aquela putaria no verbo. Dedos em riste, sermões, reclamações. Um balançava a cabecinha. O outro ria.
O tiozinho britânico finalmente disse que essa “lady” aqui (huahuahua, uma lady, mesmo, Lady Ana Karina das terras da Vila Nhocuné) estava esperando por um tempão e que era ridículo um homem furar fila e o funcionário não fazer nada.
Sabem o que o Bahuan respondeu? Que se eu quisesse tanto as estantes que eu pegasse sozinha. Porque o funcionário estava o ajudando a pegar uma mesinha.
Sabem o que a Lady Ana Karina respondeu?
“Essa mesinha não pesa nem um quilo e eu cheguei primeiro. Preciso da ajuda de um homem para coloca-las em meu carrinho.”
Sabem o que esse dálit me solta em tom de deboche?
“Mulheres ocidentais sempre dizem que não precisam de homem.”
E riu.
Meo. Meeeeeeeeeeeeo. Ele enfiou o dedo no cu do diabo. Só lembro dele rindo com a mão na pança de 8 meses de gravidez de gêmeos. Fechei a mão em forma de concha e coloquei na frente do meu rosto. Porque quando eu fico brava começo a chorar e não queria dar o gostinho. Mas ele percebeu e começou a rir mais.
Enquanto o inglês ficava bege com tanta grosseria, eu inspirei, expirei e disse baixinho:
“É por isso que o senhor é gordo, é feio, é brega e careca! Deus castiga! Olha pra mim… Deus me premiou!”
(estava linda de calça preta pantalona, casaquinho pretinho justo, meus maravilhoooosos óculos Givenchy no alto da cabeça e uma make up basiquinha que deixou meus olhos LINDOS, LIIIINDOOOOSSSSSS, meu relógio CK dourado que berra “rykah, rykah” – Má, obrigada – e uma bolsa azul turquesa e dourada ma-ra-vi-lho-saaaaa)
E caminhei. Porque nunca pensei que um ser humano (quá, aquilo era um animal de teta, e de tetas grandes e flácidas que tive o desprazer de notar pela camisa justa) pudesse descer tão baixo. Dei as costas porque sou brasileira e gosto de ter sempre a última palavra, hah. E porque estava correndo ao toilette porque precisava chorar de ódio. Me senti muito humilhada por aquela minhoca obesa.
Mas é aquela coisa… Deus castiga uns e dá coisas boas a quem merece. Como sou uma menina legal, boa filha, boa amiga, boa companheira, ajudo os animaizinhos… Camilla, você não sabe como aquela sua mensagem me fez bem. 🙂 Aliás, quem tem os amigos que eu tenho não precisa de mais nada.
E pro Golimar, hm, espero que ele se lembre de mim quando a próxima hemorróida coincidir com o próximo desconforto anal causado por oxíuros – ainda hei de vê-lo coçando o frófis numa quininha de mesa do IKEA.
Vocês sabem, karma is a bitch. Meu Chuck Norris interior tem um je ne sais quoi de Beatrix Kiddo.

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eu e o Chuck Norris

Aê, quer se irritar pa carai em Dubai numa sexta-feira ou sábado? Saia de casa. Saia de casa e vá a um shopping. Pois…

Estava eu deprimida curtindo minha TPM prolongada (obrigada, Yasmin, por bagunçar meus hormônios) enquanto a minha Menstruação Buarque de Hollanda – o Chico – não vem. O salário caiu e decidi sair de casa para comprar coisas pra casa (o que sempre faço quando estou de bode e, oba oba, Summer Sales em Dubai, tudo com até 70% a menos!!!), já que sempre me sinto obesa e não quero nem experimentar roupas.
Primeiro fui a Daiso, uma lojinha de cacarecada japonesa daquelas “tudo por 100 ienes”. Só que aqui é tudo por 6 Dirhams, um roubo, já que 100 ienes daria uns 3 durrões e alguns quebraditchos. Mas é o que temos pra hoje.
Estava escolhendo qual tigelinha miguxa eu compraria para colocar petisquinhos quando uma senhorinha indiana atrás de mim soltou um sonoro arroto.
É, galera. Arroto. Tipo… BUUUUURP.
Fiquei bege, khaki (gosto de escrever assim porque a palavra vem do persa e significa “sujo de areia” então, antes de me corrigir, vá tomar no… vixe, TPM batendo merrrmo). Virei os olhos e fiz minha cara de nojinho típica: aquela puxadinha de boca e o olhar de Paola Bracho ao melhor estilo “te desprezo”.
Pelas roupas e pelo acessórios vi que a família era daquelas de casta alta que bate em dalit e cheia da grana – mas bem miserável para comprar cortina na loja de 6 durrões (típico, típico). O pai tinha um celular Vertu, oeeee?
Isso me deu mais odinho e me deixou bem mais cagada de nervosinha. Porque a inveja me corrói huahuahua e eu que esse mês queria tanto ter trocado meu Blackberry Curve por um Bold terei que esperar o mês que vem. Tô lá comprando tigelinhas miguxas de porcelana pra minha festinha de niver com a flatmate e essa gente encardida miserável andando de celular que custa mais que um carro eruptando atrás de moi. Grrrrr!
Bem. Não contente a velhinha solta um arroto ainda maior quando está ao meu lado na seção de utensílios de confeitaria. Tipo… Senti o cheiro do chana massala que essa leitoa comeu no café da manhã enquanto escolhinha forminhas de papel com bichinhos para os meus lindos cupcakes. Porque ela estava com o rosto praticamente na minha cara enquanto abaixávamos para pegar esses papéis de docinhos. Lógico que ela fez de propósito.
1, 2, 3, 4… 5, 6, 7, 8, 9… 10, 11, 12, 13…
“Meo, a senhora é uma puta véia porca, meeeeo” – foi que disse. Em português, porque não sou idiota. E com todo o meu sotaque paulistano que tenho direito. E se fosse de Goa? Bem, foda-se, puta velha porca, meo. Se a cultura dela diz que arrotar é bonito, foda-se, que não faça isso na minha cara.
Nunca mais vou comer chana massala. Aliás, nunca comi.
Hehehehe. Aí minha amiga Camilla me perguntou: e se a velhinha não fosse indiana, mas uma Emirati ?
Pausa para explicação: o gentílico para as pessoas nascidas nos Emirados Árabes Unidos, segundo o manual de redação da Folha de S. Paulo, seria apenas “árabe”. Isso segundo o manual antigo porque o Rogério ainda não me mandou o novo que prometeu (hehehe). Logo, vou me referir sempre aos nativos dos E.A.U. como “emiratis”, já que “árabe” é um conceito muito amplo.
Voltando ao post… Aí minha amiga Camilla me perguntou: e se a velhinha não fosse indiana, mas uma Emirati ?
Hehehe, se fosse Emirati a gente bateria palma e diria “nossa, que lindo, me ensina?”. Porque não somos idiotas e deportação, quem curte?
Porque aqui, se um local bate no seu carro… De quem é a culpa? SUA, sempre. Acho isso meio pau-no-cu, mas eu adoro meu estilo de vida. Então… Calemos a boca, não? 😉

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