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blah! Peitiquinha, resfriado e elucubrações sobre meus programas de milhagem e férias com a minha mãe.

Sorry, meninas. Quando postei o comentário do Sig não quis desmerecer ninguém. Deixem minha opinião de lado, estou envelhencendo e pertenço a categoria de pessoas rabugentas, meio Dr. House. Postei essa passagem porque (1) acho o Sig FODA e (2) porque concordo em grande parte.

No mais, estou com um resfriado que me pegou de jeito. Estou em casa e não aguento mais. Estou até com vontade de trabalhar, oh please, me dêem uma boa dose de paracetamol porque isso não é normal.

Aproveito o tempo livre para planejar o gasto das milhas da TAM. Minha mãe vai de business pela TAM e eu, vou de econômica pela LAN. Tenho a impressão que vou me dar melhor, huahua. Mas rezo para que a TAM tenha um codeshare (acho que tem) com a LAN, assim voaremos no mesmo aparelho. Sem falar que a econômica da LAN apavora até a primeira classe da TAM (se é que a TAM tem primeira classe, cof cof cof).

Sou uma verdadeira polígama em se tratando de companhias aéreas. Tenho milhas com a LAN, Varig, Turkish Airlines, Pakistan International Airlines, Emirates Airlines, Air Blue (uma paquistanesa low cost), Air France e KLM. Minha carteirinha de cartões parece um mostruário e nunca tenho milhas suficientes para ir do nada a porra nenhuma.

E sim, lá vou eu para o Peru com a minha mãe. Ela me perguntou para onde iríamos durante a semana santa. Descartamos a Europa porque, que saco, ver Paris ou Barcelona ou Roma de novo… Não estamos a fim. Cogitamos a Grécia, mas ninguém merece férias em euros em tempos de crise – e o país do Zorba é caro bacarai.

Estados Unidos nem f…, já que meu visto de turista expirou e prefiro gastar minha energia com a minha habilitação em Dubai. Sem falar que dívida em dólar no cartão de crédito ninguém quer. Canadá, hm, é quase a mesma coisa. Mas a moeda é um pouco mais desvalorizada e o visto é um pouco mais fácil. E pá, blame Canada.

Queimei alguns neurônios pensando em me mandar pro Sri Lanka com minha genitora e mamar gostoso nos benefícios de passagens aéreas super baratas que gozo (e na economia de merda do país que me permite pagar um 5 estrelas gostoso – ah, também tenho desconto). Mas as milhas permaneceriam intocadas e expirariam. Logo, deixa essa parte do mundo com conexão pra Dubai para depois. Sem falar que o Chiquinho deve ter morrido (Chiquinho é o escorpião que vive no bolso do meu respectivo) e recebi uma proposta de passar uns dias no Sri Lanka com o mesmo, mas, sei lá, nem boto fé porque nessa altura do campeonato não sou obrigada.

Pensei no atual paraíso da classe média brasileira: África do Sul. O Rand (moeda local) está super em baixa e dizem que a Cidade do Cabo é linda. Mas sei lá se a TAM tem parceria com a South African e, bem, a SAA me dá coisas. Sem falar que é longe bacarai e não temos lá muito tempo (e eu teria que voltar pra Dubai para voar pra Joanesburgo). Mas não deixa de ser uma possibilidade, até porque os hotéis onde tenho desconto são bem joínha.

Optamos, então, em viajarmos confortavelmente pela boa e velha América Latina. Colômbia, Venezuela, Suriname? Não. Argentina, Chile, Guiana? Tampouco.

Vamos pro Peru. É bão, bunitcho e BARATO. Dessa vez vamos ao Titicaca baleiar um pouco. Se der, esticamos para Arequipa ou cruzamos até Copacabana, ali na Bolívia. Porque eu estou com lombriga de cenário andino, ceviche e tamales. E quero comprar uma bandeira de Cuzco para as calega aqui em Dubai, hehe.

Isso se não esticarmos para o Equador. Mas só se tiver show da Banda Deseo. Aí sim!

http://www.youtube.com/v/xAuG0c4RSEY&hl=en&fs=1

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Arquivado em filosofia, viagem, video

sabedoria popular

“Moça, você mora na rua do Pão de Açúcre, né? … Que só tem açucre no nome porque os preços são salgados… Sim, os produto são o mesmo mas é os zóio da cobiça. Por exemplo, o mesmo produto que está no Pão de Açúcar é o que está no Santa Luzia. Mas eu não posso no Santa Luzia… É moça, no Santa Luzia tem os zóio da cobiça. Eu não tenho zóio da cobiça.”

“Esses presidente tudo fazeno guerra. Diviria entrar numa arena e sair no tapa. Ganha o país do presidente que ganhá. Tipo Bush e Saddam Hussain saindo no tapa… Eu acho que o Iraque estaria resolvidi se fosse assim.”

Geopolítica e economia em poucos minutos que ligam Pinheiros a Higienópolis. Adouuuro.

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Arquivado em filosofia, pobrema

Bichim miserável.

Tô aqui assistindo a um documentário sobre o rola-bosta no National Geographic. Tadinho. Além de ter essa alcunha ainda é meio cegueta e tem um olfato super apurado – o que não classifico como qualidade quando você nasce para, oras bolas, rolar bosta.

O bichinho – coleóptero e coprófago da família dos escarabeídeos – nasce, cresce, se reproduz e morre. E, in between, vive a fazer bolotas de cocô quase do seu tamanho, o que deve ser pesado bacarai. Tipo carreteiro escatológico.

Por ser meio Mr. Magoo volta e meia despenca ribanceira abaixo com seu rolão de totô e toooca recomeçar. Que merda, né. Literalmente.

O que me faz pensar: ir a Pequim e não assistir as Olimpíadas nem é tão ruim. Tem bicho aí no mundo rolando bosta pra viver. Pior, tem gente, na Índia, que faz trabalho de rola-bosta para sobreviver em condições miseráveis.

E aí você me pergunta: Se gosta tanto das Olimpíadas, porque está assistindo a um documentário sobre rola-bostas ao invés dos jogos na TV, ao menos?

Veja o post abaixo, pois.

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Arquivado em bichos, China, filosofia, Pequim, Pequim

Mariah e os "corpo"

Nunca tinha assistido ao clipe “Touch my Body” da Mariah Carey – talvez porque eu deteste cantora pop que canta gritandinho e tremendo a voz, coisa de pobre, tipo Liriel (do Rinaldo & Liriel no programa do Raul Gil, se não conhece, veja o vídeo… um clássico Disney com maquiagem Marcelo Beauty, Robinson e um jurado muito emocionado aos 3m18s, sicaguei). Mas caí no clip por acaso.

Se não viu, veja (e pense):

http://www.youtube.com/v/skV28D0jsjs&hl=en&fs=1

Não consigo pensar em outra moral da história:

Quando a gente qué dá, quando a gente precisa de um corpo… A gente deixa cada porcaria touch nosso body.

Quem nunca fofou com tranqueira que atire a primeira pedra. Mas não pense muito. Relembrar certos nojinhos não faz bem para o finalzão de semana. Eu mesma comecei a pensar e tive vontade de tomar um copo de vermute e diluir as lembranças.

E achei a música um lixo. O vídeo idem. Sou muito mais essa versão.

P.S.: Porque a Liriel a-do-ra assassinar as músicas da Barbra? Ok, odeio cantoras que berram, mas, porra, a Barbra é foda e eu amo aquela judia.

P.S. 2: Uma das minhas músicas favoritas, além de “Woman in Love”, é “The Way We Were”. Vejam esse clipe. Barbra novinha, lindíssima, narigón pride. Mazel tov, fico doida ouvindo Barbra. Desejo muito esse vestido e esse cabelón.

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