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“Minha vida, um filme do Didi”

Episódio de hoje: “Eu ainda vou matar essa macaca”

“E nem te digo, Celena, onde vão encontrar aquele Blackberry… Só te digo que aquele traseiro vai vibrar na mesa de autópsia quando eu ligar pra ele e eu disser: trouxas, trouxas! Mais champagne, por favor!

Sinopse: Depois de uma noite sem dormir causada pela enxaqueca completa (com fotofobia e tudo), Ana Karina (Jamie Lynn Siegler) finalmente consegue um horário na clínica para pedir um remédio que dê fim ao sofrimento. Mas o médico não aparece e a nossa protagonista é obrigada a esperar 1h40m por um encaixe. Com a cabeça latejando ela aguarda impacientemente quando uma coleguinha recebe uma ligação em seu telefone móvel e decide contar suas férias em Shanghai em decibéis inaceitáveis e, pra piorar, em tagalog. Como uma grande ironia a mocinha faladoura está sentada sob a placa de “silêncio” e “proibido usar telefones celulares”.

Deverá Ana Karina matar sua coleguinha e se safar da cadeia porque tem segundo grau completo e é riiiiiicaaaaaaa? Em companhia de sua amiga Celena (Sarah Chalke), uma glamurosa advogada expatriada em Berlim, terá que decidir se foge pra Cannes ou St. Tropez após o crime. Deverá ela usar um vestido floral ou um conjuntinho branco e azul-marinho estilo navy para fugir na lancha do galã indiano (John Abraham)?

Isso é uma ficção fruto da doentia cabeça minha cheia de remédios. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Ficadica.

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mau-humor

Estou doente e cozinhando muito. Minha viagem para a Tailândia foi pro saco por ser “muito cara” para minha companhia que vocês já sabem muito bem quem é. Nem todos os dias são sábado, nem todos os dias o meu cabelo está bonito, nem todos os dias o mundo acorda de bom humor.

Para evitar um hiatus, vou repostar alguns textos enquanto preparo alguns inéditos sobre organização de malas e meu prédio no meio da areia – para minhas leitoras fofoluchas de mi corazón do formspring.

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Luge

To  pra ver esporte mais babaca do que esse “luge” (googla, fia). Serio, se essa merda ja virou esporte de olimpiada de inverno, queimada e pulo de elastico deveriam entrar no panamericano. VTNC.

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Essa vida de solteira e uma merda. Juro, to sofrendo. Ontem sai com um ex. Fomos a um restaurante tailandes.

Erro numero um: sair com ex. E nem digo que esse e McDonalds (todo mundo sabe que nao deve comer, mas…). Lhes juro, eh Giraffa’s.

Erro numero dois: restaurante tailandes. Comida tailandesa e uma merda. Ainda makis se eh cara bacarai porque fica no Madinat Jumeirah (fomos ao Al Qasr, no Pad Thai).

Comi um curry de camarao + 1 pina colada = 120 reais.

Hahaha, pq, LOGICO, nao basta ter saido com o Irfan… Dividimos a conta. Nem preciso dizer que o resto da noite foi um cagalhao. Terminou com um mega-pescotapa. Porque nao tenho energia pra ex pao-duro que, alem de me irritar toda a noite, tenta me comer.

Bati merrrrrmo. Porque minha mae me educou na Suica.

Na Vila Suica, hahaha.

To num mau-humor fodido. Tirem as criancas e os animaizinhos de perto de mim. Acordei com planos de exterminio em massa. Peguem esse rostinho da foto ao lado e coloquem ao lado do Milosevic.

E que nao me deem voo nessa reserva. Humpf!

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Magoa Tailandesa

Serio.Poe o dedo aqui quem acha comida tailandesa uma MERDA! Arroz de jasmim. Cozido no vapor. Inhecati. Green curry. Tipo ensopadinho com legumes e uma “mistura”. Coisa de pobre. Muita pimenta. Entra quente, sai rasgando.

Lembro de um prato com legumes que minha mae preparou, uma vez, la pelos 1989. Ela apelidou o prato de “gororoba”: uma misturinha de legumes e carne para me forcar a comer algo saudavel.

Green curry e dez vezes pior do que a gororoba que a minha mae criou. Era tao ruim que, pior que ameaca de castigo, era ter que ouvir que se nao fizesse o dever de casa ela prepararia gororoba.

Banguecoque e podrona. Que que esse povo ve nessa nhaca?

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Vivo em um emirado árabe. Vejo de tudo por aqui. Convivo com mocinhas de uma certa parte da europa que saem às ruas de calcinha e baby doll e, quiçá, aprenderam a fazer bola-gato aos 5 anos com suas mamães. Ou mocinhos daquela parte do subcontinente que conseguem abandonar um veículo na pista do principal aeroporto do país e atrasa centenas de vôos.

Sinceramente, muita pouca coisa me surpreende.

Recentemente um grande amigo teve seu celular furtado em uma recepção no seu apartamento. Puta que pariu. Pão ovice tem limites. Isso me faz perder todo o tesão de receber gente em casa. Acho que passarei o natal no quarto assistindo House.

Porque gente canalha em qualquer canto do planeta.

Ilustro minha revolta com esse vídeo. Para refletir.

http://www.youtube.com/v/oy_XEvEjE3Q&hl=en&fs=1

* roubei do Celso Dossi, lógico.

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mantra

Quando cheguei em Guarulhos, na última quinta feira à noite (alguém me fala se essa bosta de crase já caiu de uso porque eu não sei usar), dirigi-me ao caixa do estacionamento do aeroporto para pagar os 12 reais.

– É doze real.

Dei uma nota de cinqüenta. Também dei uma de cinco, tinha entendido 15.

– Pra que tu me deu 5?

– Pra te facilitar o troco.

– Má é dôuze – disse a creuzedete já virando os olhos.

– Ah, desculpe. Bem, se te facilita o troco…

– FACILITA NÃO! É DÔUZE REÁ! – berrou.

– Ok! Desculpintão…

– ME DÁ DOIS REÁ! – berrou.

– Não!!

Ela grunhiu, virou os olhos e me devolveu um troco cheio de moedinhas. Peguei o bilhete de estacionamento pago:

– E vá tomar no cu! – completei.

Adorei a expressão “não estou acreditando” da vandislene e de sua coleguinha ao lado.

Sim, cheguei intolerante. Tô Lindomar, o Sub-Zero brasileiro. Falou, tomou. Tô pra ver povinho tão Zé Ruela pra brigar por qualquer coisa, sô. Já vi que cortesia (e dente) está cada vez mais difícil.

É grosso? Pois eu sou corticeira.

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