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Blackmore’s Night(mare)

Hoje me bateu uma saudade do Joe Lynn Turner (ex Rainbow e Deep Purple), um dos meus vocais favoritos. Dei uma youtubada para recordar seus melhores sucessos e grandes porcarias (ah, ele fez algumas) e caí num video do Blackmore’s Night – a banda de rock folk renascentista do ex-guitarrista do Purple.

Hahahahahaha, achei muito tosco. Tipos… O cara era guitarrista do DEEP PURPLE (oooeee?). Agora tem uma bandinha renascentista (pra mim é medieval, mermo) com a esposa, a Candice Night. Uma americana loira bonita, daquela que cria gatos, usa vestido mamãe-quero-ser-bruxa e tem estatua de fadinha na sala.
Chocha-la-ia. Mas uma imagem basta:

O cara largou o Deep Purple para se vestir de trovadorzinho medieval com botinha de amarrar. Oooeee, Jesus, me chicoteia. Aliás, Jesus, por favor, chicoteie o Rich Blackmore para ver se ele toma vergonha na cara.
Kkkkkkkkk, morri com o chifre de pelúcia no cavalo. Muita colocação para pouca droga, lhes digo.
E o video babaca bacarai… Muita fadinha, crendice, gnomo e incenso. Odeio muito tudo isso. Um brinde meu ao mundo capitalista! Ao mundo do Google e da alopatia, hey!

http://www.youtube.com/v/3voGI4_KgmM&hl=pt_BR&fs=1&

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FML

Tá jururu? Derrubaram vinho no teu lençol de algodão egípcio? O bode comeu tua meia porque você não repassou corrente de internet? Dormiu de calça jeans? Engordou? Pegou o Vandeílson te traindo com a Neuzelene?

Hm. Não está só: http://www.fmylife.com/ .

Today, I was making out with my boyfriend and he was moving his hand from his thigh to my chest but on the way he sort of squeezed my stomach. When I asked him why he did that, he told me that “his fingers got stuck under my roll.” FML

Today, I ran for the train that was about to leave. I tried to hold the doors open with my leg and got stuck. The conductor just yelled out how unbelievable and ridiculous I was and waited 2 minutes to finally release me. Everyone was laughing at me. FML

Today, I was talked into having sex with my boyfriend of 4 years. I had always wanted to wait till marriage but my boyfriend convinced me otherwise. Once we were done, he said he could never marry me because I was no longer pure. FML

Today, I was shopping with my friends and I got asked by a man if I could be in one of his commercials. I obviously said yes without thinking twice. I then found out that he wanted me to be the before picture for an acne control moisturizer. FML

Mande você também o seu depoimento. Tenho pencas.

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qual foi o maior fora que você deu?

Minha amiga Rebeca disse uma vez que sou a rainha dos foras. Olha, eu tenho uma coleção de cagadas bem boa. Hoje me perguntaram no avião qual foi a maior pataquada que já fiz. Não precisei pensar muito…

Foi bem recente.

Voava para Dammam em janeiro. Vôo meio cheio, noturno. Eu, cansadíssima após um Jeddah infernal, já estava no modo automático. Eu e um amigo brasileiro, o Márcio, pegamos posições R5 e L5A, ou seja, lá no fundão da aeronave.

Terminado o boarding começamos o serviço: toalhas quentes, brinquedos para as crianças. Pois peguei a bandeja cheia de fantoches (para crianças pequenas) e livrinhos de colorir (para crianças não tão pequenas) – uma função que eu ODEIO porque a tia Karina não gosta de criança.

Mas fui. Modo zumbi on: avistava um petiz e lhe entregava o brinquedo. Sorriso amarelo e vamo-que-vamo.

Eis que entrego um livrinho de colorir para uma criancinha usando óculos escuros. Estava eu em alfa pensando na morte da cabrita e no enterro da bezerra e nem me toquei que era muito tarde da noite para uma criança usar óculos. Ou que não era velho o suficiente para pagar de libanês na balada.

Pois é.

É.

O pai me devolveu o livrinho e saí dali para esganar o chefe de cabine – que deveria ter nos alertado que teríamos um deficiente visual a bordo. Seria cômico se não fosse trágico. Entreguei a bandeja na mão do SFS e disse “te vira, neguinho” e fui chorar lá atrás.

Porque puta que o pariu… Tem fora pior do que esse? Já morreria de remorso de fosse adulto, pior ainda sendo criança. Muito triste, muito foda. Borrei todo meu delineador com lágrimas e contei pro Márcio o meu perrengue.

Ele me tranquilizou, disse que a culpa não era só minha. A porra do SFS deveria ter avisado, pois sim.

Respondi:

– Não está sendo fácil.

http://www.youtube.com/v/4FO-GvUYptY&hl=en&fs=1

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Incredible United Arab Emirates.

Ontem finalmente cruzei com minha flatmate filipina (não a vi em dezembro). Ela me contou uma história que me caguei de rir:

Estava ela linda e neusa indo para Ras al Khaimah, um Emirado próximo que dizem ter belas praias (juro, é pior do que Torres-RS), quando cruzam com um senhor de idade árabe obeso e molhado.

– Vocês devem chamar a polícia! Polícia!

O namorado australiano da neusa perguntou o motivo. O motivo estava no mar: uma cabecinha lááá longe.

– Estava navegando com meu amigo quando o uma onda bateu e a embarcação se rompeu.

Quando o casal viu uma cabecinha indiana nadando em direção ao náufrago para um poss[ivel resgate (!!!), ligaram. Pois a cabecinha indiana nadou, nadou, nadou. Não alcançou a cabecinha árabe e parou. A distância era grande demais e, obviamente, o indiano se cansou.

Chamaram a polícia, pois. E quando ela chegou, o árabe em terra teve que se explicar. Mostrou o que sobrou da embarcação.

Explico: era uma caixa de isopor dessas de colocar cerveja. Pois esses dois seres árabes obesos tentaram navegar o mar arábico com uma caixa de isopor.

Se morressem, mandaria pro Darwin.

Pois é. Isso e muito mais você só vai encontrar no Pará nos Emirados Árabes.

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prende os pixadô!

Amigos protestam pichando muro. Porque a amiga, uma gaúcha de 23 anos, foi detida durante o ato de pichar.

O que eu acho?

Que é uma pena estarmos no Brasil e não na Arábia Saudita. Pichar muro é vandalismo (antes que os “inguinoranti” me chochem, pichar é uma coisa e grafitar é outra) e acho que deveriam mandar essa turma de café da manhã pra ROTA.

– Alôuu, Conte Lopes? Tenho um presentim!!!

Sem falar que são burros pra cacete. “Negrigencia”. Ô falta de Leite Ninho na primeira infância.

“Vão se foderem.”

(sim, sou reacionária e libanesa. E se um cavaleiro de ouro fosse, Máscara da Morte eu seria)

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Shahrukh Khan em Dubai (e why the hell não verei a Kylie Minogue)

Shahrukh Khan esteve em Dubai no último dia 25 (ok, há quase um mês). A idiotona aqui ficou com a periquita batendo palma e gastou 100 dinheirinhos para ver o garbosão da Índia. Some a isso uma cúmplice (Becca, minha querida amiga brasileira que também se enroscou com um paquistanês), todos os imigrantes indianos e paquistaneses e bangladeshis e sri lankas e nepalis + uma confusão absurda e desorganização imensa.

Não havia fila, mas uma massaroca de gente se afunilando na entrada da arena. Ninguém checou bilhete algum. Como comprei o ingresso mais barato, assisti ao show em uma área mais VIP e bem mais cara. Ok, é lei de Gerson. Mas ninguém ao menos olhou meu ingresso, tampouco houve revista na entrada. Poderia ter entrado com faca, revólver, fuzil, you name it.

Não houve a menor preocupação com a segurança e meu cu que ficaria num aglomerado de gente com cara de terrorista. Eles botam as cartas na mesa e a gente faz o jogo, não é? E a verdade é que eu e a Becca ficamos com o furico tão apertado que cortaríamos um prego.

Mas uma vez passada a massaroca de gente, rumamos ao cocozão da arena do Festival City, tão grande e apropriado como um pátio de escolinha em festa junina.

Ainda aguentamos gracinhas de playboyzinhos indianos (éramos as únicas não-desi e derivados, juro!), todos cheios de gracejo e garbo. Um, inclusive, ficou me torrando a paciência porque tinha ingresso. Pulava ao meu lado e repetia que tinha uma porra de um ingresso. Até que eu disse em português “enfia no cu”. Ele não entendeu, mas perdeu o rebolado. E sim, sou grossa bacarai.

O espetáculo começou com umas dancinhas da Anusha Dandekar (quem?), uma VJ da MTV indiana (ah, tá). Sofrível. Muito playback, coreografia ruim, Calypso Vest e cerveja quente (ao menos tinha cerveja).

Eitcha povão!

Sim, ele se acha. Eu também o acho, huhuhuhu.

É tosco mas eu adoro!

O povo não dançava, não cantava, não rebolava. Ninguém estava animado (também, apesar do playback as encenações eram uma merda). Menos eu e a Becca, né. Sei que o Khan não é nenhum Amado Batista, mas…

No meio desse freak show entra uma rapper indo-britânica, a Hard Kaur. Não vou nem descrever a bizarrice. Pare, olhe e escute:

http://www.youtube.com/v/idAqhkmzGrU&hl=en&fs=1

Indiana metida a sista com cabelo de Joelma… Não fode.

Resumindo: programa de cacique total! E quando penso que Kylie se apresentará no mesmo local me dá uma preguicinha…

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comeu cocô, indiana?

Vi isso aqui no Indi(a)gestão e fiquei bege. Leiam a postagem aqui e me digam o que acham.

O que eu acho:

1. A editora da revista, a indiana Priya Tanna, deve ter comido cocô e bebido água do chuveiro para achar que essa “brincadeira” seria de bom gosto;

2. Achei humilhante. Sou politicamente incorreta, mas tudo tem limite. Acho que só se chocha beecha pão com ovo com pobreza não se brinca. Tipos, Joselito sem noção total. Babador Fendi numa criança famélica…

3. Pra ser editora da Vogue indiana essa tia tá bem derrubadinha. Que blusinha é essa de tarde no Clube Regatas de São Vicente + bingo? Que escritório é esse? Meu cafofo em Dubai é bem mais estiloso.

4. Eu também tenho braço gordinho. E não uso blusa sem manga nem fodendo. Então, oi?

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