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e a preguiça mandou um abraço

Acabo de voltar de Pequim. Para ir de novo e de novo. O que mais me aborrece nesse processo de viagens é que nunca termino de arrumar meu apartamento. Minha cômoda do IKEA permanece desmonstada e encaixotada, minhas roupas no quarto ainda empilhadas e o sol lá fora é tão convidativo que… Pretendo voltar pra cama! 🙂 Voar cansa, beibes. Se um blackberry eu fosse, minha luzinha laranja estaria piscando.

Enfim, ano novo chinês e não bati uma foto. Preciso realmente de um Iphone. Meu BB é o Curve, a câmera é tão boa como uma hérnia de disco. Mas os telefones continuam esgotados nas prateleitas Dubaianas e quero comprar um com plano de roaming internacional da Du. Já tenho crédito no meu Itunes para baixar todas aquelas aplicações de foto e… Cadê o telefone?

Passei o ano novo chinês levando sustos com fogos de artifício – realmente, não gosto deles, são muito barulhentos – e enchendo o loló de cachaça e comida. 🙂 Assim como a maioria das pessoas das grandes civilizações. Estava em uma mesa de bar com outros seis alemães e comecei no gin, terminei na tequila, acabei no banheiro tentando expulsar todo aquele monte de goró do meu sistema, afinal fígado mandou SMS e disse “hoje não que não tou bowa, te vira, turca!”. 😦

O mais engraçado é que eram seis alemães e uma brasileira. Em momento algum ouvi a conversa mudar do inglês para o alemão e todos eram divertidíssimos. Não sei porque cismamos em dizer que os chucrutes são pessoas frias e com senso de humor esquisito. :/

Agora com licença que vou morrer mais um pouco no sofá da sala porque o delivery do Burger King já vai chegar e vou pra academia… Amanhã. 🙂

Beijos e fiqueim com o blog “My Milk Toof”, recomendação fofíssima da leitora Daniela. Na ilustração do post, eu e minha flatmate no meio da bagunça da mudança. O mais gordinho é ela, tá? Hehehehe. (BRINCADEIRA, MARI!)

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arre égua

Sabem uma coisinha que me dá preguiça? Brasileiro que se acha O britânico quando fala inglês. Que solta “Aion Maiden” (Iron Maiden) sem R – mas quando tem que falar checked, faz questããão de pronunciar o ED. CheckED. Huahuahua. Então tá, então.

Pelamor, bicharada, baixem a bola. Aqui todo mundo aprendeu inglês como segundo idioma. Ninguém é obrigado a não mexer o lábio superior pra bancar a fina. Nenhum de vocês (e eu muito menos) tem sotaque de algo além de rapazes latino americanos. Ninguém mesmo. Nem as bees mais finas que conheço.

E please, parem de virar os olhinhos com minha pronúncia estadunidense misturada com jequice canadense. Eu falo “aboot” ao invés de “about” e solto “eh” para tudo. Porque aprendi assim. E sabe o que mais? Meu idioma pátrio é português, logo, não sou obrigada.

Eita pagação de pau, meo!

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